PIX

  • Golpes digitais prometem lucros online e roubam brasileiros

    O interesse por ganhos e rentabilidade em atividades online motiva diariamente brasileiros a ingressarem em jogos, atividades de tarefas virtuais e “clubes de investidores”, que na verdade são armadilhas de criminosos cibernéticos com o objetivo de lesar pessoas. Como os golpes são aplicados e quais as formas de proteção? O especialista em crimes cibernéticos, José…

  • Pix e a Darkweb

    A pandemia do COVID-19 trouxe modificações à realidade dos brasileiros. Em decorrência da crise sanitária mundial e das dificuldades econômicas, sociais, trabalhistas, educacionais, dentre outras, o cotidiano da população foi alterado e, quando possível, as empresas adotaram o sistema de trabalho remoto à distância, o denominado home office. O objetivo foi preservar a saúde dos funcionários…

  • MS Bank é o primeiro banco do Brasil a realizar transferência de câmbio com PIX

    O MS Bank, maior banco de câmbio em número de remessas mensais do Brasil, é a primeira instituição financeira do país a realizar transferências de câmbio com PIX para pessoas físicas, tornando as operações de crédito em contas internacionais imediatas. O serviço está disponível na plataforma de câmbio do banco, CloudBreak, permitindo que os clientes possam enviar transferências internacionais para a Europa em euros e libras esterlinas. Lançada em março deste ano, a CloudBreak tem mais de 40 mil clientes e a expectativa é dobrar esse número no próximo trimestre. “Estamos sempre focados em inovação como um pilar estratégico para facilitar a vida financeira de nossos clientes. A utilização do PIX da nossa plataforma CloudBreak traz mais benefícios para os usuários, pela rapidez ainda maior nas operações internacionais, por não possuir tarifas e pela segurança da plataforma, que segue as diretrizes do banco de ética e transparência”, diz Marcelo Sacomori, CEO do MS Bank. O processo é realizado de forma simples seguindo o modelo de PIX já utilizado nacionalmente. A remessa de câmbio tradicional pode levar até dois dias úteis para chegar ao país de destino, enquanto realizar transferências de câmbio com PIX do CloudBreak são imediatas, chegando às contas destinatárias no mesmo dia com possíveis variações de horário conforme o fechamento do sistema bancário do país de destino. Para fazer a operação, basta o cliente entrar na plataforma CloudBreak e fazer o cadastro. Quem já é cliente da plataforma faz diretamente suas transferências com os dados da conta de destino. Após o preenchimento dos dados, o cliente usa o simulador de câmbio para a visualização de custos, que nesse caso será zero, e assim confirma a transferência. Sobre o MS BANK O MS Bank é o maior banco de câmbio do Brasil em remessas mensais. Segurança, ética e transparência pautam a atuação da instituição, que atende mais de 1 milhão de clientes, somando remessas de mais de R$ 3 bilhões mensais. Fundado em 2013 em Curitiba, no Paraná, o MS Bank é especialista em operações e serviços personalizados de câmbio. Sobre o CloudBreak O CloudBreak é a plataforma de transferências internacionais do MS Bank. Voltada para pessoas físicas, oferece o menor custo nas remessas ao exterior com rapidez, pautada pelas diretrizes de ética e transparência com clientes do MS Bank.

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    Impactos da adoção do Pix Cobrança precisam ser mensurados nos processos operacionais das instituições

    Ao completar seis meses desde o seu lançamento, não resta dúvida de que o Pix já faz parte do dia a dia dos brasileiros. Segundo o Banco Central, no dia 16 de maio, data da comemoração de seu primeiro semestre de existência, a ferramenta contava com mais de 242  milhões de chaves cadastradas, sendo 83 milhões de usuários pessoas físicas e mais de 5,5 milhões de empresas. O BC estima que aproximadamente 75 milhões de brasileiros já usaram o Pix para pagar ou receber, o que significa 45% da população adulta do país. Mesmo estes números superlativos, representam apenas o começo da jornada de um instrumento de pagamento que deve ser ainda mais representativo, já que uma lista de outras funcionalidades já tem data marcada para entrar em funcionamento e atrair ainda mais pessoas e empresas para o mundo dos pagamentos instantâneos. Quando avaliamos com mais profundidade o Pix Cobrança por exemplo, que por característica tem um funcionamento muito similar ao de um boleto – a partir de 1º de julho todos os participantes do Pix precisam ser capazes de fazer a leitura do QR Code e possibilitar o pagamento para data futura – existem aspectos envolvidos na adoção desse mecanismo que precisam ser avaliados pelas empresas para, por um lado, aproveitar ao máximo sua potencialidade, e por outro lado, evitar problemas decorrentes de um descompasso entre a velocidade do Pix e um ritmo eventualmente mais lento das estruturas e processos de atendimento ao consumidor. Só para exemplificar, basta analisar a situação de uma distribuidora de energia elétrica. Imaginando que a ordem para cortar o fornecimento de luz de uma residência por inadimplência tenha sido dada e no meio do caminho aquele débito tenha sido quitado com uso do Pix. Legalmente, aquela falta de pagamento deixa de existir imediatamente, mas se o funcionário responsável pelo corte não tiver acesso a essa informação, o serviço será executado, e o consumidor prejudicado indevidamente. Quanto isso pode custar em termos de processos judiciais e arranhões na imagem da empresa? Para evitar que estes prejuízos aconteçam, é fundamental que os  pagamentos via Pix sejam atualizados e disponibilizados instantaneamente ao time operacional. O mesmo tipo de cuidado deve ser aplicado em operações de crédito. Com o Pix, o score dos tomadores de empréstimos e financiamentos se tornará muito mais  dinâmico podendo se transformar rapidamente dentro do mesmo dia. Pela manhã a pessoa pode constar com uma pendência e no meio do dia isto não ser mais uma verdade. Para decisões mais assertivas e um processo mais fluido, as ferramentas de análise de crédito deverão também contar com atualizações on-line dos recebimentos via Pix. Outra situação que merece atenção é que, como o Pix permite pagamentos em finais de semana e feriados, estes recursos, que antes eram contabilizados apenas em dias úteis, agora passam a ficar disponíveis na conta das empresas imediatamente. Desta forma, para não deixar de rentabilizar esse dinheiro, as organizações precisam se preparar e prever a aplicação dos recursos originados pelo Pix creditados em dias e horários não úteis. Estes são apenas alguns exemplos que deixam clara a necessidade de ajustes em rotinas (sistêmicas ou não), as quais se iniciam sob o prisma financeiro, mas que podem repercutir em tesouraria, contabilidade, impostos, crédito e operações. E isto, pelos números apresentados no início deste texto, deve ser…

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    Pix no e-commerce: o que mudou no mercado?

    O Pix é um meio de pagamento que gerou fortes mudanças no mercado de uma forma geral. Lançado oficialmente em novembro de 2020, a proposta é simples, porém funcional: garantir transferências bancárias a qualquer momento do dia, facilitando compras especialmente on-line. Com uma chave de transferência, que pode variar entre número de celular, e-mail ou…

  • O Pix é realmente seguro? Novo sistema de pagamentos do Bacen possui diversas camadas de segurança para evitar fraudes

    Com transferências realizadas 24 horas por dia, todos os dias do ano – incluindo finais de semana e feriados, o Pix mudou o jogo dos meios de pagamento, pois cada transação custa muito pouco e promete segurança. O novo sistema, além de ser muito rápido e ter uma disponibilidade nunca antes vista no mercado financeiro,…

  • Qual a diferença do PIX para TED, boletos e cartões de débito e crédito?

    O PIX é um meio de pagamento que vai enviar e receber dinheiro em questão de segundos, 24 horas por dia, em todos os dias do ano. Mas você sabe, de fato, como o pagamento instantâneo será diferente das formas de pagamento já existentes: TED, cartões e boletos? Pois essas diferenças são essenciais para saber o quanto a plataforma…

  • A ‘guerra das maquininhas’ acabou? Entenda para onde vai o mercado de pagamentos com a chegada do PIX

    O mesmo Banco Central que anunciou a chegada do seu sistema de pagamentos instantâneos, o PIX, para este ano, decidiu criar, para surpresa do mercado, uma nota de R$ 200. A medida, considerada contraditória por vários setores da economia, mostra o momento de transição vivido pelo setor de pagamentos em território nacional. As empresas, inseridas…